terça-feira, 12 de abril de 2011

Na calada da noite

Na calada da noite



Na calada da noite
Sentada olhando as estrelas
Tendo a lua como confidente
Pus-me a meditar

A ela contei meus segredos
Meus sonhos, meus erros, meus medos.
E ela sempre terna
Aconchegou-se a mim
Querendo me consolar

Diante de tal encanto
Não segurei o meu pranto
E comecei a chorar

Nem bem clareou o dia
E toda aquela nostalgia
Aos poucos deu lugar
A uma suave alegria

O sol se pôs deslumbrante
Com seus raios brilhantes
Enchendo de calor e beleza
Meu coração palpitante
Que buscava se encontrar.

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